domingo, 22 de novembro de 2009

Lua Nova.


É, não é uma postagem de fã e tals, é uma crítica. Não ao filme em si, mas aos fãs espalhafatosos e toscos, que é capaz de se matarem para assistir à um filmezinho, que realmente o que chama atenção não é o enredo, mas sim pseudo-celebridades que tem corpos e rostos bonitos, que acabam chamando mais atenção do que o enredo realmente entendido.
Robbert Pottinson, Taylor Lautner, e aquela outra menina lá que eu esqueci o nome, formam a trupe dos filmes mais comentados dos últimos tempos, a saga Crepúsculo, uma das sagas mais famosos internacionalmente na atualidade. Livros que nunca fizeram sucesso até aparecer os rostinhos angelicais (nem tanto) dos atores da saga. Depois, a autora deve tar feliz da vida, gozando os milhares, ou até milhões de dólares que deve receber de fãs toscos que acabam gastando toda mesada que o papai dá, pra comprar livros caríssimos que não acressentam nada na bagagem cultural que tem. Invés de pegarem um livro de matemática pra ler e aprender a tabuada, que aposto que nem isso sabem.
Pelo menos isso serve de incentivo à leitura. Tomara que isso seja o começo, pra depois lerem coisas boas, ou aparentemente boas, e que não seja Harry Potter, pelo amor de Deus.
Se não fosse verdade o que eu disse, veja só as críticas postadas no respeitadíssimo New York Post:

As más atuações do elenco são como notícias ruins: não melhoram com o tempo. Além disso, citou que o plus de US$ 15 milhões injetado na produção desta segunda aventura protagonizada pelo casal insosso Edward e Bella, não foi o suficiente para trazer qualquer tipo de empolgação. "Lua Nova deveria ser a mais excitante história de amor do ano, adicionado a uma trama de monstros. Mas onde está a excitação? Pra onde foi a ação?", cita o ácido crítico Kyle Smith.


Porque não pegam um rastilho e vão rastilhar um pátio?

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